domingo, 6 de fevereiro de 2011

QUAL FORMA DE GOVERNO VIRÁ APÓS AS MANIFESTAÇÕES DO EGITO?

Os recentes episódios ocorrido na Tunísia e no Egito nos faz lembrar de revoluções que aconteceram no passado como a revolução francesa, a revolução bolchevique a revolução cubana e outras revoluções que se trocaram uma porcaria por outra maior ainda. Os protestos que estão ocorrendo no Egito são liderados por nacionalistas, esquerdistas e grupos radicais islâmicos e como a história sempre se repete eu duvido muito que eles irão substituir o atual governo por outro melhor, o filósofo Olavo de Carvalho está coberto de razão quando diz que "toda vez que se tentaram mudar o mundo para melhor só fizeram cagadas" provavelmente o Egito não escapará de uma "cagada"dessas. Na Tunísia um antigo clérigo radical islâmico(Rachid Ghannouchi) voltou ao país depois de um exílio de 20 anos, e as primeiras pessoas que se preocuparam com a volta deste radical islâmico foram as mulheres por temerem a volta da Sharia. Duas coisas me chamam a atenção nessa confusão toda a primeira é de que sabemos que também há manifestações na Líbia exigindo a renúncia de Muamar Kadafi embora eu acho bem difícil eles derrubarem o governo de Kadafi, e segundo é que Ahmadinejad é o único governante que está vibrando com a provável derrubada de Hosni Mubara

4 comentários:

vitor disse...

Mas por que Ahmadinejad está vibrando, já que ele também é um ''ditador''?? Acho que ele também deveria estar temeroso, pois essa onda poderia chegar ao Irã, embora eu pense que isso não venha a acontecer!

marcelo_joaquim disse...

ola josueldo meu nome é marcelo e fui seu aluno no 2001,admiro muito seu blog,em fim, queria pergunta se a onu não poderia tomar algma providencia em relação ao egito?eu sei que não é tão facil como parece ,mas o principal objetivo da onu no é a paz mindial...então o que o senhor pode me dizer sobre isso,isso ira tomar proporçãoes que irão influenciar nos paises médios?....

professor Josueldo Cunha disse...

O porta-voz da ONU, Martin Nesirky, reiterou a convocação feita no último domingo pelo secretário-geral do organismo, Ban Ki-moon, às autoridades egípcias, pedindo que escutem a voz do povo e adotem "medidas audazes" que respondam às reivindicações.Mas é válido salientar que tal situção envolve multiplos aspectos, tais como a situação referente a empregabilidade na região, além dos aspectos étnicos que se refletem em questões politicas de embate intensificadas com abetura do ativismo, jumto ao Hamas. ABRAÇÃO MARCELO !!!! VALEU AÍ POR SEGUIR NO BLOG!!!!

professor Josueldo Cunha disse...

Grande Victor!!
existem realmente expeculações sobre a possibilidade deste evento poder refletir-se no Irã e não só no mesmo com agravações de realidades deste tipo poderiamos, analisar as possibilidades de influencias diversificadas em outras áreas próximas, possivelmente até alterando o contexto geopolítico do mundo árabe .