sexta-feira, 25 de março de 2011

O TEATRO NA GRÉCIA ANTIGA




O TEATRO NASCEU NA GRÉCIA ANTIGA RELACIONADO AS FESTAS RELIGIOSAS EM HONRA AO DEUS DIONÍSIO , DEUS DO VINHO ATRAVÉS DE CANTICOS E DANÇAS RELIGIOSAS. ERA MUITO APRECIADO PELOS GREGOS QUE ASSISTIAM FREQUENTEMENTE ESTES TIPOS DE ESPETÁCULOS , AS MULHERES ASSISTIAM AO TEATRO MAS NÃO PODIAM REPRESENTAR, DÁI A NECESSIDADE DO USO DE MÁSCARAS QUE ERAM CHAMADAS DE PERSONA , POR ISSO ATÉ HOJE NOS REFEREIMOS AOS CARATERES GERAIS DO PERFIL DE UM INDIVIDUO UTILIZANDO APALAVRA PERSONALIDADE !!!!!!!!!



Aristófanes

(Atenas, 450 a. C.? - 385? a. C.)

Comediógrafo grego. É considerado o mais brilhante autor de comédias da literatura grega.
São poucos os dados que temos da sua vida. Da sua obra depreende-se que é homem de grande cultura literária e artística e que menospreza a ignorância e a rudeza. Intervém nas lutas e polémicas de Atenas a favor do partido aristocrático, serve-se do teatro como campo de batalha. Conservador nos seus gostos e na sua atitude política, Aristófanes transporta para o teatro as questões sociais, políticas, artísticas e religiosas da Atenas da sua época, critica com dureza e humor satírico as novidades que considera demagógicas e inoportunas. Dirige a sua enorme capacidade satírica contra os renovadores do pensamento, como Sócrates, e contra todos os inovadores do teatro, como Eurípides, que ataca pelas suas ideias democráticas. No decurso da guerra do Peloponeso, Esparta derrota Atenas. Esta situação favorece o partido aristocrático, que se instala no poder, mas a liberdade de expressão desaparece, o que modifica a atitude de Aristófanes como escritor dado que o impede que trate em cena temas políticos da actualidade. Este facto histórico determina a divisão das suas obras em dois grandes grupos: as escritas antes e depois do referido facto. Goza da estima do público e ganha em diversas ocasiões o concurso anual de teatro, mas nem sempre as suas obras têm êxito. Chegam até aos nossos dias onze comédias inteiras, além de um milhar de fragmentos.
Da primeira época são Acarnenses, na qual manifesta a sua atitude antibélica; Cavaleiros, ataque contra o demagogo Cléon, que o Salsicheiro, demagogo mais hábil do que ele, e os cavaleiros da aristocracia derrotam; Nuvens, sátira das novas filosofia e pedagogia, em que ataca Sócrates e os sofistas; Vespas, sobre a paixão que os Atenienses mostram pelos processos judiciais; Paz, obra antibelicista; As Aves, em que descreve o fantástico reino dos pássaros, que dois atenienses dirigem e que, na forma como agem, conseguem suplantar os deuses; Lisístrata, obra especialmente alegre, em que as mulheres de Atenas, dado que os seus maridos não acabam com a guerra, resolvem que, entretanto, não há qualquer actividade sexual; Mulheres Que Celebram as Tesmofórias, paródia das obras de Eurípides; e Rãs, novo ataque contra Eurípides.
Da sua segunda época são Assembleia das Mulheres (em que Aristófanes satiriza um Estado imaginário administrado pelas mulheres, no qual tudo é de todos e as velhas têm prioridade para reclamar o amor dos jovens) e Pluto, fábula mitológica em que esta divindade da riqueza, que na sua cegueira favorece os malvados, recupera a vista.
A sua linguagem, de extraordinária riqueza, é rica em jogos de palavras, incongruências jocosas e alusões directas. Serve-se sem temor da obscenidade e da escatologia.

::.Ésquilo
Ésquilo, o primeiro grande autor trágico, nasceu em Elêusis no ano de 525 a.C.,
participou da batalha de Maratona no ano de 490 a.C. e, por muitas vezes,
esteve na Sicília, onde morreu no ano de 456 a.C. Ésquilo acreditava que o
Autor era, antes de tudo um educador.

Ele acreditava que se os atores sofressem em cena, isso despertaria os sentimentos
 de terror e piedade dos espectadores porporcionando-lhes o alívio ou purgação
 desses sentimentos. Ocorreria assim a purificação das paixões - Catarse
Ésquilo, o primeiro autor a introduzir um segundo ator nas representações, escreveu mais de oitenta obras
dentre as quais destacam-se Os persas(472), Os sete contra Tebas(467), As suplicantes (acredita-se que
 seja de 463), Prometeu acorrentado (de data desconhecida e autenticidade duvidosa) e as três peças da
Oréstia (458): Agamenon, As coéoras e As eumênides.

Durante muito tempo acreditou-se que as trilogias ou tetralogias articuladas, ou seja, três tragédias de uma
 mesma lenda seguidas de um drama satírico, existiram desde a origem do teatro. Essa teoria começou a ser
questionada a partir do momento em que As suplicantes não foram mais consideradas como a mais antiga
obra de Ésquilo. Por isso, alguns estudiosos acreditam que foi Ésquilo quem instituiu as trilogias ou tetralogias
 articuladas. A única trilogia completa de Ésquilo que conhecemos é a Oréstia. Por meio dela pode-se tentar
 compreender um pouco o pensamento desse autor, sobretudo porque ela foi escrita pouco antes de sua
morte.

RESUMO SOBRE A TRAGÉDIA GREGA "ANTÍGONE", DE SÓFOCLES

(LIVRO DE CABECEIRA)Antígone ("aquela que se opõe"), Ismene, Etéocles e Polinices, 
são filhos da tragédia que unira mãe e filho, Édipo e Jocasta. Após a morte de Édipo, Créon, 
irmão de Jocasta, casado com Eurídice e pai de Hémon, conquistara o trono da cidade de Tebas. 
Devido à tragédia, Etéocles e Polinices lutaram e mataram-se. Etéocles teve um funeral de 
honra, Polinices foi enterrado, pois era considerado traidor; seu corpo deveria ficar sob o sol, até
 ser devorado pelas ave. Opondo-se ao rei, Antígone decidiu enterrar Polinices e pediu a ajuda de 
Ismene, mas agiu sozinha. Quando Créon soube do enterro, ordenou que descobrissem o culpado.
 Caso não fosse encontrado, aquele que enviara-lhe a má notícia receberia o castigo. Antígone 
retornou à sepultura, e novamente sepultou Polinices. Foi presa e, diante de Créon, confessou tudo. 
A proibição era de Créon, não de Zeus. Créon ordenou que fosse enterrada viva. Ismene tentou toma
r seu lugar, mas não conseguiu. Hémon, noivo de Antígone, lembrou Créon que o sábio é aquele que
 muda de opinião, mas não adiantou. Créon não ouviu nem o coro de velhos tebanos. O cego 
Tirésias, adivinhador, dirigiu-se ao rei, guiado por um garoto e o alertou sombriamente. Àquela 
altura, Antígone fora enterrada. Créon, temeroso, dirigiu-se até sua sepultura e deparou-se com 
uma cena horrenda: Antígone enforcara-se. Ao seu lado, Hémon chorava. Quando viu seu pai, 
tentou matá-lo, mas Créon fugiu. Com ódio, Hémon suicidou-se. A notícia das mortes chegaram
 a Eurídice, que também suicidou-se. Créon viu-se rodeado de desgraças; não possuía sabedoria
 para governar. Odiou e utilizou a arma nefasta da vingança para ser rei e perdeu a esposa e o filho. 
Ao final, diz: "(...) Já tudo ao redor de mim é ruína. Tudo oscila. Abateu-me um destino implacável.
"Antígone nascera da tragédia, mas opusera-se ao ódio. Viveu para o amor.
(Arte: Grécia Antiga)
(Elson Teixeira Cardoso)
http://www.ebooksbrasil.org/eLibris/edipo.html (LINK DO LIVRO REI ÉDIPO) 

Um comentário:

vajofrey disse...

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